segunda-feira, 14 de março de 2011
quinta-feira, 3 de março de 2011
Somente Palavras!
Por apenas um segundo
Eu perdi a fé no mundo
Por apenas um momento
Avistei meus Sentimentos
Passei a sentir muitas saudades
Saudades do mundo em que vivia
Do mundo em que sonhava
Um mundo de ilusão
Onde o amor era presente
E o perdão não era ausente
Era a minha realidade!
Era a minha liberdade !
Era a minha liberdade !
Deixei ela fugir!
Não pude nem agir
Nem sequer me defender
Ou ao menos esconder
Desse mundo tão ingrato
De esse ser tão insensato
Da razão das leis dos homens
E essa dor que eu sinto agora
Não sei quando vai passar
E a justiça que eu espero
Não sei nem se vai chegar!
Paulo José Noka
Março de 1998.
domingo, 24 de outubro de 2010
Brasil, porque assim!
Existem políticos que apesar de todas as informações contidas na mídia, internet e outros meios de comunicação, ainda não conseguem fazer distinção entre processo democrático, política e politicagem.
Não compreendem que o processo democrático é mais amplo, onde a política está inserida dentro deste conceito e que a politicagem nada mais é do que o ato de se expressar e até mesmo iludibriar os eleitores.
O que se deve deixar claro é que a política é uma ciência e que se encontra imerso dentro de um conceito, cuja sua suma importância ainda não foi atribuída talvez pela necessidade de uma reforma sócio-educacional, o que fará com que o Brasil alcance a tríplice coroa com as reformas econômicas, sociais, e, em último degrau, mas não o menos importante, que é a reforma educacional.
Não se deve assim permitir, que alguns políticos deturpem esse conceito, aplicando a velhaca politicagem, tentando impor aos cidadãos algo ilusório, incoerente, o que beira a mediocridade e atrapalha a imensa evolução do processo democrático em nosso país!
Paulo José
segunda-feira, 29 de março de 2010
"Pra Gringo Ver"
Vimos num tele jornal noturno a mais nova modalidade turística em nosso pais, o "Turismo Hospitalar", estrangeiros que são atraiados pelos hospitais de São Paulo em busca de tratamento de saúde.
Segundo um suíço, executivo de uma multi nacional que já trabalhou no Brasil e atualmente trabalha na China e vem todo ano fazer check up e tratamento odontológico no Brasil, "os profissionais não pegam você como um numero, 150 mil, 237, mas realmente como uma pessoa, você tem um relacionamento pessoal", conforme a matéria, "o tratamento personalizado é a cereja do bolo, mas o que fez mesmo a fama do Brasil foram os investimentos em pesquisa e equipamento, o treinamento de pessoas e a certificação internacional de hospitais.
Progressivamente está havendo uma maior consciência dos estrangeiros de que a medicina no Brasil é de alta qualidade, tanto no ponto de vista medico como pela qualidade e segurança dos processos de atendimento, diz Paulo Chap Chap, superintendente do hospital Sírio Libanês."
Mas o que podemos observar é que, a realidade que o povo brasileiro enfrenta é outra, completamente diferente, sem dinheiro para poder usufruir da "alta qualidade médica" e do "tratamento personalizado", o que vemos é um total descaso por parte das autoridades, e infelizmente por profissionais da saúde. A população é cada vez mais atingida pelo pouco caso de a tendentes, agentes e enfermeiros que estão saturados com a grande demanda de pacientes no serviço publico de saúde, médicos que tanto nos "PSFs" como em hospitais precisam se desdobrar para dar conta dos pacientes, isso somada a queda de qualidade do ensino nas universidades(fato que já foi destaque na mídia), aliada também a um programa de prevenção demagogo e as péssimas condições de vida da maioria da população, decretam a total falência do sistema. Para reforçar tudo isso vemos matérias como a do dia 09/03, "Médicos atendem pacientes à sombra de uma mangueira" ) veja o vídeo, três meses depois de um incêndio a um posto de saúde pacientes de uma cidade da Paraíba são atendidos na rua, falência também retratada na matéria do dia 08/03 "De cada 100 internados, 88 são contaminados em um dos maiores hospitais de Goiás".
Esse fato (o turismo hospitalar) precisa servir como divisor de aguas, pois não podemos permitir que os "turistas" tenham uma visão distorcida de nossa realidade, vejam apenas a realidade acessível a uma minoria.´
É revoltante saber que em quanto nossos governantes estão se preocupando com os dividendos dos "royaltis do pré sal", nossa populações sofre com a carência de um de seus direitos primordiais, o direito a saúde.
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Inimigo Publico Nº 1
Chegando ao final da 1ª década do século 21, nos vemos a volta de um inimigo que aparentemente é “indestrutível”; o crack.
De um lado, as autoridades de mãos atadas e que até bem pouco tempo também mantinham os olhos vendados.
Pois observamos que o combate pela violência não é eficaz,os dois lados se vêem fortemente armados, havendo baixas consideráveis para ambos os lados, e o que é pior, quem sempre sai derrotado são os inocentes.
Problema que assola nossa sociedade a pelo menos 25 anos, mas atingia apenas a camada mais desfavorecida, o que não despertava a preocupação das autoridades e infelizmente, também o da sociedade.
Mas atualmente esse problema atingiu todas as classes sociais, o que despertou a preocupação de “todos”, não são mais os esquecidos pelo sistema (a grande maioria) agora são “eles” que se encontram no epicentro dessa problemática.
Vemos então, que já não basta mais se investir em segurança (armamentos), e perceber que o principal investimento precisa ser no campo sócio-educacional, no CERNE da questão, é mais que necessário uma reforma nos princípios, valores, no âmbito cultural, oferecer melhores condições para todos e que a renda seja distribuída com mais equidade, que nosso povo possa não apenas ter mais dignidade mas ansear por ela, que para deixar de lado meios escusos de sobrevivência precisam de meios para que possa haver uma nova consciência em toda a nossa população, é preciso mostrar para as nossas crianças que não somente o “futebol” ou o crime são opções para poder alcançar seu lugar ao sol, conscientizando-os assim, que a educação, a luta pelos direitos, mas também o cumprimento de nossos deveres como cidadão são essenciais para o pleno desenvolvimento da nossa nação.
Paulo Noka
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